Open Iate Sindilegis de Racketlon

Data: 15/10/12

Caras praticantes dos esportes de raquetes, olhem seus e-mails!

Sairam as chaves das Classe Feminina e Classe Master Feminina.

A programação dos jogos está inclusa nas próprias chaves.

Tendo em vista o recorde de participantes, cerca de 130 distribuídos nas 8 categorias, e a disponibilidade de quadras (3 em cada modalidade), a programação dos jogos foi elaborada com jogos de 20 em 20 minutos entre 18:10 até 21:50 na quinta e sexta feira e das 14:00 às 18:30 no sábado e domingo.

A forma de disputa segue da menor para a maior raquete (entra o jogo de tenis de mesa – disputa de 21 pontos -, terminando a partida, passa para a quadra de badminton – disputa de 21 pontos -, terminando, vai para a quadra de squash – disputa de 21 pontos -, e, por último, vai para o tenis e disputa mais 21 ponto).

A vencedora do confronto será aquela que somar maior número de pontos nos 4 esportes diputados.

Será recomendado o tempo de 5 minutos para aquecimento e esclarecimentos das regras de cada modalidade.

Além das 3 mesas de tenis de mesa da competição, deverá ser providenciado mais uma ou duas para aquecimento.

Logo após o termino da partida de tênis de mesa, já entra o jogo programado na sequência e assim as rodadas irão acontecendo.

Para os participantes que não dispõem das raquetes das 4 modalidades, a organização do evento irá disponibilizar raquetes para empréstimo.

Solicito aos participantes que logo após o termino das partidas com as raquetes emprestadas, providencie a devolução das mesmas para que os demais participantes possam também utilizar das raquetes.

Como muitas das participantes estão disputando as duas categorias femininas, peço a atenção no sentido de se programarem para a realização dos jogos, evitando atrasos.

A abertura será na quinta às 18:00 horas na quadra poliesportiva coberta (localizada ao lado do ginásio de peteca do Iate Clube de Brasília).

A primeira rodada começa 18:10. Será providenciado uma lista com os nomes das participantes que não são sócias do Iate (ficará na portaria principal).

Em caso de acompanhantes, gentileza informar os nomes.

Qualquer dúvida, gentileza falar-me.

Marcelo Klimkievicz

 

Visando 2016, Daniel Paiola quer ciclo olímpico no Brasil, competir menos e treinar muito.

Data: 03/10/12

Daniel Paiola, o melhor atleta de badminton do Brasil, quer treinar no país.

“Em 2016 o mundo todo vai vir para o Brasil, e eu tenho que sair daqui para treinar?”.

No último ciclo olímpico, Paiola rodou o mundo disputando competições para subir no ranking mundial, e ficou a seis posições da classificação para as Olimpíadas, ainda inédita para um jogador brasileiro na modalidade.

“Essa ano, a meta era mesmo ir para Londres. Depois eu tirei um mês e meio de férias, e voltei a treinar para ter um bom resultado no Pan-Americano”.

A competição acontece a partir do dia 8 de outubro, em Lima, no Peru, e terá presença de dez atletas do país. Os atletas ficaram cerca de um mês em campo de treinamento, em Campinas, treinando com Marco Vasconcelos, técnico português que treinou Paiola nos últimos anos.

“Dessa vez ele está treinando a equipe toda, visando o PAN. Já tem conversas para ele vir e ficar de vez, mas não tem nada certo”.

Nas conversas de Paiola com a Confederação Brasileira de Badminton, a intenção é que não seja necessário sair do país para treinar, como Paiola precisou fazer no último ciclo olímpico.

“O plano deles é deixar um legado para o badminton brasileiro, dando a estrutura corretora para atletas olímpicos, trazendo treinadores de fora. Não é menosprezar o que tem aqui, mas o esporte ainda é pequeno no Brasil, não tem conhecimento que eles tem lá fora. Esses técnicos estrangeiros tem que vir até para dar cursos para técnicos também”.

Evolução

Na semana passada, Paiola disputou o Aberto Internacional de Badminton, no Clube Athlético Paulistano, em São Paulo. Mesmo se recuperando de virose e com febre na véspera do campeonato, Paiola mostrou conseguiu arrancar um set de Kevin Corda, número 43 do ranking mundial e o melhor jogador de badminton nas Américas, mostrando evolução da performance no primeiro confronto entre os dois.

“Ano passado no PAN de Guadalajara foi a primeira vez que a gente jogou, e foi 2 a 0 para ele. O estilo de jogo dele é difícil de seguir. Dessa vez, eu já estava esperando algo. Foi um bom jogo no final, com 54 minutos de duração, ele ganhou o primeiro set por 21-18, eu ganhei o segundo por 21-16 e o último ele venceu por 21-13”.

No PAN do ano passado, Corda tinha vencido sem dificuldades por 21-14 e 21-8. O melhor resultado da competição veio nas duplas, jogando ao lado de Alex Tjong, o segundo brasileiro melhor ranqueado. Mas o foco continua sendo no individual.

“Esse foi o primeiro campeonato jogando ao lado do Alex, porque o Hugo [Arthuso], que costumava jogar comigo, está se dedicando mais aos estudos. Ainda não sabemos como vai ser”.

Próximos desafios

Paiola vai continuar treinando até o final do ano, quando ainda disputará uma etapa do Nacional e talvez o Sulamericano adulto, no Peru.

“Vou continua treinando, já tive as minhas férias”. No Pan-Americano do Peru, Kevin estará presente novamente, e é um dos favoritos. Paiola é hoje o quinto melhor ranquado das Américas.

“Estava em quarto, mas como dei umas férias de campeonatos depois de não conseguir classificação, e o americano continuou jogando, acabou me passando”.

O peruano Rodrigo Pacheco Carrillo, segundo das Américas no ranking mundial, parou os treinos após as Olimpíadas e não estará na competição. Paiola tem tudo de brigar de igual para a igual com os competidores. Mesmo sem classificar para as Olimpíadas, Paiola foi a Londres assistir algumas competições.

“É claro que sempre fica um pouco triste, mas a gente tem que ver pelo lado bom, melhorar para o próximo ciclo. Eu devo fazer menos campeonatos, me poupando e treinando mais, talvez uma das coisas que aprendi no último ciclo, mas eu precisava conseguir ranking”.

Agora já melhor ranqueado, Paiola pode treinar mais forte nos dois primeiros anos e se preparar para os dois últimos anos do ciclo, mais puxados. A ideia é aproveitar os dois primeiros anos e estudar em um período, treinando nos outros dois.

“Sei que em 2015 vai ser impossível, mas acho que em 2013 e 2014 dá para administrar isso”. O curso ainda não é certo, mas se estudar no Brasil Paiola pensa em algo ligado a esporte, como Educação Física ou fisioterapia.

“Já tenho mais experiência. Quero jogar menos torneios, talvez os mais importantes. E treinar muito”.

Fonte: Esporte em Pauta

Time brasileiro conquista medalha histórica no Pan-Americano de Lima

Data: 12/10/12

Fabiana Silva, Daniel Paiola, Paula Beatriz e Alex Tjong são os atletas responsáveis pela primeira glória internacional do Brasil na modalidade, ainda pouco divulgada no país.

A primeira medalha do Brasil em uma competição internacional de badminton foi conquistada por Fabiana Silva, Daniel Paiola, Paula Beatriz e Alex Tjong.

Os representantes do país conquistaram o bronze no Pan-Americano adulto de equipes, disputado em Lima, no Peru.

O time brasileiro bateu os representantes do México por 3 a 0 na disputa pela terceira colocação.

O caminho até o bronze foi complicado. Na primeira fase, Fabiana Silva, Daniel Paiola, Paula Beatriz e Alex Tjong perderam para o Canadá e venceram o Peru, ambas por 3 a 2.

Na etapa semifinal, a equipe perdeu para os Estados Unidos por 3 a 1.

O destaque da seleção é Daniel Paiola, quinto melhor do ranking das Américas e o único atleta brasileiro que vive exclusivamente do esporte.

Ele é o primeiro atleta do país medalhista individual em Jogos Pan-Americanos, tendo conquistado o bronze em Guadalajara, em 2011.

Fonte: AHE Brasil

Badminton ajuda jovens a vencerem trauma causado por acidente

Data: 10/10/12

Moradores do Morro do Bumba (Niterói), Erick Brandão e Maria Elizabeth Ferreira perderam amigos em deslizamento de terra causado por chuva.

Com a ajuda do badminton, Erick Brandão e Maria Elizabeth Ferreira superaram o trauma causado por um deslizamento de terra após uma forte chuva em 2010, no Morro do Bumba, em Niterói (RJ).

Embora tenham acompanhado de perto o acidente, que deixou 48 mortos, as crianças não lembram de muitos detalhes do momento em que a tragédia aconteceu, mas não esquecem a tristeza que sentiram por perderem alguns amigos.

- Faltou luz, eu só vi a terra descendo e não vi mais nada porque meu pai não deixou - contou Erick ao "SporTV News".

- Foi um momento de muita tristeza porque muitos amigos nossos morreram e a gente só chorava. Eu não lembro mais nada - lembra Maria Elizabeth.

O esporte foi a forma que Erick e Maria Elizabeth encontraram para vencer o sofrimento causado pelo acidente no lugar onde moram.

Eles e outros 30 jovens de 9 a 15 anos conheceram o badminton através do professor Gabriel Alcântara, ex-jogador da seleção brasileira sub-15.

- Muda muito, parece que eu nem lembro de mais nada - diz Erick.

Jovens de Niterói aprendem a jogar badminton em projeto de ex- jogador

- Minha mãe fala: "Você só pensa em badminton, para ir à escola você não acorda cedo, mas para jogar badminton." - revela Maria Elizabeth.

- Eu comecei a desenvolver esse projeto na rua, brincando com as crianças, apenas para levar o esporte. Os meninos começaram a treinar, se desenvolver e hoje as crianças têm uma oportunidade de inclusão social - explica Gabriel, professor e coordenador do projeto.

Além das crianças, o projeto de Gabriel ajudou outra pessoa: a própria mãe.

Acima do peso e com problema nos joelhos, dona Clézia começou a praticar o esporte para emagrecer. Ela começou a se exercitar, perdeu 14 kg e atualmente joga três vezes por semana.

- Minha vida era muito sedentária, eu pesava 98 kg e vivia deitada na cama porque não aguentava andar. Fiquei desesperada quando soube que precisaria operar o joelho, e o Gabriel sugeriu que eu experimentasse o badminton. Com 58 anos de idade, me sinto como se tivesse 20 - comemora.

Fonte: Sportv

Brasileiros sobem no Ranking

Data: 10/10/12

O ITF de Porto Seguro, realizado nos dias 22 e 23 de setembro pela Bahia Pointer, distribuiu uma premiação de U$ 10.000 e contou pontos para o Ranking Internacional de Beach Tennis da ITF.

Na categoria PRO FEMININA, Joana Cortez / Samantha Barijan venceram na final Lorena Melo e Bruna Ponce.

Na categoria PRO MASCULINA, Marcus Ferreira / Thales Santos venceram Vinicius Font / Guilherme Prata.

Com o ótimo desempenho dos brasileiros, muitos subiram ainda mais no ranking.

Confirma a última lista divulgada pela ITF (outubro de 2012):

RANKING FEMININO:

1 – Briganti / Olivieri (ITA)

3 – Bonadonna / D’Elia (ITA)

5 – Spazzoli / Bacchetta (ITA)

7 - JOANA CORTEZ / SAMANTHA BARIJAN ( RJ – BRASIL)

24 – PAULA CORTEZ / FLÁVIA MUNIZ (RJ – BRASIL)

32 – LORENA MELO (RJ – BRASIL)

40 – LUCIANA FERNANDES / MONICA CAPELLI (RJ – BRASIL)

46 – TATIANA OLIVEIRA / LUCIENE MURO (SP – BRASIL)

RANKING MASCULINO:

1 – Calbucci (ITA) 2 – Garavini / Tazzari / Meliconi (ITA)

5 – Cappelletti / Carli (ITA)

7 – Marighella (ITA)

11 – VINICIUS FONT / GUILHERME PRATA (RJ – BRASIL)

16 – MARCUS FERREIRA / THALES SANTOS (SP – BRASIL)

37 – LUIS PEDREIRA (BA – BRASIL

Fonte: Mundo do Beach Tennis

Onze piauienses são convocados para o Campeonato Sul Americano

Data: 08/10/12

Na convocação feita pela Confederação Brasileira de Badminton (CBBd) para o Campeonato Sul Americano de Badminton, que acontecerá em Lima, no Peru, entre os dias 9,10 e 11 de novembro, estão os nomes de 11 atletas piauienses.

Para esta competição, que é uma realização da Confederação e da Federação Peruana de Badminton, a CBBd usou como critério para a convocação dos atletas o Ranking Nacional da modalidade.

E dentre os relacionados estão os nomes de Tiago Moser, Moisés Lima, Sânia Lima, Juliana Viana, Fabrício Farias, Sâmia Lima, Vinícios Evangelista, Thainara Borges, Francielton Farias, Andrezza Miranda e Gabrielle Cavalcante, atletas da Federação de Badminton Piauiense.

O Brasil teve direito a 22 vagas no torneio individual (06 atletas em simples masculino, 06 atletas em simples feminino, 03 duplas masculino, 03 duplas feminino e 04 duplas mistas), e ainda não confirmou sua participação no torneio por equipes.

Os atletas piauienses jogarão nas modalidades Sub-11 a Sub-19.

Fonte: 180 Graus

Telma Santos sobe a 67.ª do Mundo

Data: 06/10/12

A olímpica portuguesa Telma Santos subiu dois lugares no ranking mundial, ocupando agora a 67.ª posição, segundo o último acerto da Federação Internacional de Badminton, após a realização dos Open do Brasil e Rep. Checa e do Grand Prix Gold da Indonésia.

Quem continua a descer é Pedro Martins. O olímpico algarvio desceu para o 61.º lugar na tabela de singulares masculinos.

Entretanto, a júnior Sónia Gonçalves ascendeu ao 38.º lugar do ranking mundial de juniores, após a participação no Open da Suíça onde atingiu a 3.ª ronda, somando 1.520 pontos.

Fonte: Record

Way of Live 2012

Data: 07/10/12

O Way of Life 2012 Maresias está chegando !

Desta vez com 5 modalidades: Beach Soccer + Futevôlei + Beach Tennis + Vôlei de Praia = Tchoukball.

Esporte coletivo, de dupla, quarteto, categoria masculina, feminina, mista, tem pra todos os gostos, tem pra todo mundo.

Jogos durante o dia, sunset party no fim da tarde e mega balada a noite.

Em breve o hot site do evento estará no ar com todas as informações.

Aguardem !

Beach Tennis volta em novembro

Data: 03/10/12, por Gerson Lourenço

Os organizadores da 1ª Copa Beach Tennis já programam a terceira e decisiva etapa do torneio para final de novembro.

Tudo por conta do sucesso da segunda fase do evento, disputada no CT Tennis, no Cocuera, no último final de semana e com apoio de

A competição superou a expectativa e contou com as participações de 42 duplas (82 jogadores), nas categorias infantil, A,B e C.

A movimentação de jogadores, familiares e torcedores foi grande na academia mogiana, principalmente no domingo passado, quando da realização dos jogos que apontaram os campeões de cada classe, que foram premiados com troféus e brindes de patrocinadores.

O número de inscrição superou a expectativa dos organizadores. “Pode parecer pouco, mas a expectativa era receber 40 duplas e tivemos duas a mais. Foi ótimo e mostra que o esporte tem aceitação e está crescendo”, disse Mara Castro, coordenadora do CT Tennis e que começou a movimentar os associados da academia com a modalidade.

Fonte: O Diário de Mogi

Badminton tem início promissor no Amazonas

Data: 02/10/12, por Bruno Tadeu

Primeiras competições oficiais da modalidade no Estado revela talentos e atrai escolas.

Basta uma raquete, uma peteca e uma quadra de 13,40m x 6,10m para praticar o segundo esporte mais popular do mundo.

Apesar da praticidade, o badminton começa a dar seus primeiros passos em Manaus este ano, impulsionado pela integração nos Jogos Escolares do Amazonas (JEA’s) e a realização do primeiro Campeonato Amazonense da modalidade no último fim de semana.

O precursor do esporte é o presidente da Liga Amazonense de Handebol (Lihan), Jefferson Oliveira, responsável pelo primeiro Estadual, reunindo as categorias infantil, juvenil e adulto. Em processo de divulgação, o momento é de paciência.

“Estamos convidando as escolas, principalmente, iniciando e divulgando esse primeiro campeonato para ver o retorno que tem. Com base nisso faremos a montagem dos clubes. Temos que fazer igual formiga”, metaforizou Jefferson.

Seis escolas participaram do campeonato, que teve três categorias em disputa para cada gênero. Entre os vencedores, destaque para Arthur Alves e Viviane Carvalho, campeões Sub-15.

Eles já haviam conquistado o título no JEA’s e foram os primeiros representantes do Estado nas Olimpíadas Escolares, em parceria com Wendy Menezes e Israel Souza, todos da categoria infantil.

Professor da disciplina de educação física de três representantes desse quarteto na Escola Fabio Lucena, Ricardo Pina também colaborou significativamente para a disseminação do badminton em Manaus.

“Sabendo da estreia do badminton nas Olimpíadas Escolares, aproveitei minhas férias nos Estados Unidos para comprar o material lá, que é dez vezes mais barato que aqui. Comprei a rede, as raquetes e umas petecas para a prática na educação física”, lembrou.

O que a princípio não passava de uma nova disciplina na aula de educação física, o badminton logo se tornou preferência entre os alunos de Pina, hoje potenciais referências do esporte no Amazonas.

“No começo, formei equipes com oito meninas e oito meninos, e a escola Fábio Lucena foi campeã no masculino e no feminino na estreia do esporte no JEA’s”, destacou o professor.

Foi assim com o estudante Israel Souza, 14, que antes gostava mais de praticar handebol, mas hoje prefere a nova modalidade e com intenções mais sérias.

“O professor chamou a gente para brincar e depois pegamos a manha. Em um mês aprendi a jogar e fomos disputar os JEA’S. Agora quero ser profissional”, vislumbrou.

Fonte: A Crítica

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