Badminton é sensação em Descalvado

Data: 13/07/12

O Badminton é a sensação em Descalvado, cidade do interior de São Paulo com 31 mil habitantes, perto de São Carlos.

Graças ao trabalho do Coordenador Peterson Marcon, o esporte vem crescendo muito na cidade e de duas escolas filiadas ele criou a Associação de Badminton de Descalvado - ABDESC que já tem gerado grandes resultados.

A equipe do EPTV esteve lá e veja a reportagem abaixo :

http://globotv.globo.com/rede-globo/bom-dia-sao-paulo/v/badminton-e-a-nova-sensacao-em-descalvado-sp/2037056/

Empresas interessadas em apoiar esse projeto, entre em contato com Peterson Marcon pelo e-mail Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ou pelo telefone: (019) 93908018

 

Tabela 3ª Etapa Torneio Estadual de Badminton

Data: 09/07/12

A FEBASP divulgou nesta segunda-feira a tabela dos jogos do FEBASP Cultura Inglesa - 3ª Etapa Estadual com premiação em dinheiro a ser realizada na cidade de São Bernardo do Campo nos dias 14 e 15 de julho, tendo como patrocinador oficial a Cultura Inglesa.

A Yonex também é patrocinadora desta etapa.

Informações sobre o Campeonato:

A) Local : Ginásio Poliesportivo de São Bernardo do Campo Av. Kennedy 1155

B) Horário do início dos jogos no sábado (Dia 14) : 9:30h

Horário do início dos jogos no domingo (Dia 15) : 9:00h

Reunião Técnica (Dia 14) : 8:50h

C) Árbitro Geral : Clarice Tarantino

D) Alojamento : O alojamento para os interessados será na Escola Neusa Bassetto. Quem tiver interesse, favor preencher o Termo de Responsabilidade e entregar no sábado na mesa organizadora com o custo de R$ 5,00 por pessoa.

Termo de Responsabilidade

E) Técnicos - Técnicos para entrarem em quadra devem apresentar o CREF no início de suas atividades junto a mesa organizadora.

F) Premiação : Toda a premiação com medalhas será realizada no final da Competição. Os atletas da Categoria A-especial preencherão no final um formulário com o nome e os dados bancários para depósito da premiação em conta corrente.

ACESSE A TABELA DA 3ª ETAPA DO ESTADUAL DE BADMINTON DO ESTADO DE SÃO PAULO

Fonte: FEBASP

Piauienses viajam para o Canadá para disputar Pan de badminton

Data: 07/07/12

São crianças de 11 a 17 anos. Delegação mirin piauiense é a terceira maior entre os Estados.

O programa Balanço geral - 2ª edição informou que a delegação mirim de badminton piauiense já está de malas prontas para, junto à seleção brasileira mirim participar dos Pan Júnior.

A boa fase do badminton piauiense foi premiada com a convocação sete atletas piauienses.

O Piauí foi o terceiro estado que mais teve jogadores chamados representar o Brasil no torneio que será disputado no Canadá.

Na lista de 57 jogadores convocados pela Confederação Brasileira de Badminton (CBBd), os piauienses são Sânia Lima, Juliana Viana, Lorena Vieira, Sâmia Lima, Fabrício Farias, Thainara B. da Silva e Francielton Farias.

A preparação é feita com crianças a partir de 7 anos. Uma delas, Sânia Lima comentou sobre o trabalho e o torneio: "estamos treinando para fazer bonito no Pan americano junior no Canadá, mas sem se discuidar do estudo, porque boa no badminton e boa na escola".

O Piauí foi o terceiro estado com o maior número de convocados para o Pan Júnior 2012. Apenas Rio de Janeiro (14) e São Paulo (29), tiveram mais atletas chamados.

O Pan Júnior 2012 acontece entre os dias 22 e 29 de julho, no Sherwood Park, em Alberta, no Canadá.

Confira os piauienses convocados e em que categorias eles vão jogar:

Sub-11

Sânia Lima: Simples Feminino, Dupla Feminino e Dupla Mista

Juliana Viana: Simples Feminino, Dupla Feminino e Dupla Mista

Sub-13

Lorena Vieira: Dupla Feminino e Dupla Mista

Sâmia Lima: Simples Feminino, Dupla Feminino e Dupla Mista

Fabrício Farias: Simples Masculino e Dupla Mista

Sub-15

Thainara B. da Silva: Simples Feminino, Dupla Feminina e Dupla Mista

Sub-17

Francielton Farias: Simples Masculino e Duplas Masculino

Fonte: 180 Graus

Funesp oferece aulas de Frescobol e Beach Tênis gratuitas na Capital

Data: 02/07/12

A Fundação Municipal de Esporte em parceria com a Prefeitura Municipal de Campo Grande oferece a população aulas gratuitas de Frescobol e Beach Tênis na Praça Esportiva Belmar Fidalgo.

Quem tiver interesse pode obter mais informações pelos telefones 3314-3692 (Belmar) e 3314-3470 (Funesp).

Frescobol

É um esporte tipicamente praiano, criado no Rio de Janeiro no século 20. É jogado por dois jogadores ou mais. É também comum sua prática em locais públicos.

Também é conhecido como Matkot na língua inglesa e hebraica, e Racchettoni em italiano.

No Frescobol não existe rivalidade, não há vencidos e nem vencedores. Como se joga cooperativamente, não há adversários e sim parceiros. É um jogo em que cultiva-se a amizade e o comprometimento nas jogadas.

Muitas vezes confundido com o tênis de praia (ou beach tennis), o Frescobol se distingue basicamente pelo seu estilo cooperativo, em oposição ao estilo competitivo do tênis de praia - este se assemelha mais ao Tênis e que, inclusive, possui área precisamente delimitada e uma rede de separação.

Apesar das diferenças, raquetes semelhantes às do Frescobol são utilizadas atualmente em partidas amadoras do tênis de praia, principalmente na Europa.

Beach Tênis

O beach tennis ou tênis de praia é um esporte que surgiu na Itália, mais precisamente na província de Ravena, na década de 1980.

Hoje já existem mais de um milhão de praticantes espalhados pelo mundo. O orgão internacional que é responsável pela modalidade é a ITF -International Tennis Federation (a mesma que é responsável pelo Tênis de quadra) que realiza diversos campeonatos pelo mundo todo e divulga periodicamente o ranking dos atletas.

O beach tennis chegou ao Brasil em 2008 através de uma iniciativa de Leopoldo Correa, Adão Chagas. Uma das pioneiras da modalidade no Brasil foi a tenista Marcela Evangelista.

As cidades brasileiras onde se pratica beach tennis são: Rio de Janeiro, Fortaleza, Santos, Vitória, Florianópolis, Porto Alegre, Mogi das Cruzes, Guarujá, João Pessoa, Salvador ,Campina Grande,Cachoeiro de Itapemirim (Espirito Santo) e Marataizes (Espirito Santo), Novo Hamburgo(RS), Natal (RN) e Porto Seguro.

Hoje o Brasil já possui vários atletas com boas colocações no Ranking Mundial (ITF) 18 no total entre os 150 melhores.

Fonte: Mídia MS

Blackminton na Virada Esportiva

Data: 02/07/12

O Club Racket participou da Virada Esportiva 2012 com uma vivência de Blackminton.

A atividade esportiva aconteceu no SES Consolação no ginásio do segundo piso.

O Blackminton é uma variação da modalidade Speed badminton, que nada mais é que uma mistura de badminton, squash e tênis.

O Blackminton é praticado de forma recreativa e cooperativa e jogado no escuro, para tanto coloca-se um speedlight na peteca para que ela possa brilhar. Os jogadores devem estar vestido com roupas brancas ou de cores cíticas, pois no ambiente a iluminação é feita com luz negra.

Muito divertido proporciona aos seus praticantes a oportunidade de se exercitar a noite.

Club Racket

 

Virada Esportiva 2012

Data: 29/06/12

Virada Esportiva chega a 6ª edição com muito mais esporte e lazer para a população de São Paulo.

Este ano, serão cerca de 1.100 pontos e quase 3.000 atividades gratuitas espalhadas pela cidade.

Considerando os 1.530 quilômetros quadrados da cidade, isto significa que São Paulo terá dois eventos esportivos a cada quilômetro da cidade.

Entre os dias 30 de junho e 1º de julho, a capital será transformada em uma grande arena de esportes, tanto para quem gosta de suar a camisa quanto para quem prefere apenas assistir belos espetáculos esportivos.

A Virada Esportiva é uma iniciativa da Prefeitura de São Paulo e coordenada pela Secretaria de Esportes, Lazer e Recreação do Município.

Na última edição, em 2011, cerca de 3,5 milhões de pessoas participaram do evento.

“A Virada Esportiva acontece para despertar na população a vontade de incluir na rotina diária a prática de atividades físicas. A ideia é levar uma programação esportiva, de lazer e recreação variada a todas as regiões da cidade, possibilitando que a população utilize mais os espaços públicos para a prática esportiva, principalmente na periferia, onde as pessoas têm pouco acesso a essas atividades”, afirma Bebetto Haddad, secretário de Esportes, Lazer e Recreação do município de São Paulo.

Este ano o evento reúne grandes novidades: Na zona sul, a Represa do Guarapiranga será o centro dos esportes náuticos. A Praia do Sol, também na região da represa terá golfe, natação e até o desconhecido volteio, modalidade que mistura ginástica artística e hipismo.

No extremo leste da capital, o grande destaque é o CEU Água Azul, em Cidade Tiradentes. Patinação no Gelo, Escalada Aquática, Futebol, Esgrima, Tênis, Brincadeiras para crianças e até aulas de pole dance compõem o calendário do local. No centro da cidade, a Câmara Municipal vai ser utilizada para a prática esportiva pela primeira vez na história. Batizado de “Câmara Esportiva”, o local receberá a inusitada “Corrida Vertical”, cujo percurso passa pela famosa escadaria. A programação inclui ainda um rol de opções com rapel, artes marciais, skate, basquete, escalada, boxe e atividades zen, como o Tai Chi Chuan.

Na zona oeste, o Memorial da América Latina confirma-se como uma das principais opções da Virada Esportiva, sediando a Balada Esportiva e uma série de atrações que inclui patinação no gelo, bike polo, badminton e a Virada Noturna de Patins.

Sucesso nas edições anteriores, a Arena Juventude Radical, oferece modalidades que envolvem aventura e as modalidades tradicionalmente chamadas de radicais, como o skate, bike, patins e parkour. Instalada no Vale do Anhangabaú, as atrações estão disponíveis tanto para espectadores como para quem quer se “aventurar”, literalmente. O Vale também repete ações de sucesso como a Virada Esportiva Fight Show, competição de MMA, o Strongman (levantamento de peso) e atividades participativas como o Air Show Festival e o BossaBall.

Outras ações que foram sucesso de público nas edições anteriores também estão espalhadas por outras regiões de São Paulo: os esportes Boêmios, no Conjunto Desportivo Baby Barioni; a arena Melhor Idade, no Espaço Creci, embaixo do Viaduto do Chá; o Skate no Museu, no Parque da Independência; e a Viradinha Esportiva, com atividades de lazer e recreação para crianças até 12 anos, que acontecerá em quatro locais – Parque Ecológico do Tietê, Parque do Carmo (ambos na zona leste), Parque do Trote (zona norte) e Parque do Ibirapuera (na zona sul).

E para ninguém ficar de fora, a Virada Esportiva 2012 contará com eventos acessíveis para os portadores de necessidades especiais, entre elas a 2ª Corrida da Superação, na Praia do Sol da Guarapiranga e o 2º Rally Paradesportivo no Clube Escola Ibirapuera. As cinco regiões da cidade ainda serão beneficiadas com ações realizadas em parceria com as 31 subprefeituras, nos CEUS, no Sesi, no Sesc e nos Clubes Sociais.

“Vamos realizar esse grande evento na cidade visando a qualidade de vida e o estímulo da prática da atividade física”, diz Bebetto Haddad.

Criada em 2007, a Virada Esportiva nasceu do conceito da Virada Cultural, mas com o objetivo de levar aos paulistanos um final de semana ininterrupto de atividades esportivas, recreativas e de lazer.

Hoje, o evento faz parte do calendário anual da cidade.

Acesse, também, as páginas da Virada Esportiva nas redes sociais:

FACEBOOK: www.facebook.com/viradaesportiva

TWITTER: www.twitter.com/viresportivasp

YOUTUBE: www.youtube.com/secretariaesportes

Virada Esportiva

 

 

Paiola quer centro de treinamento no Brasil

Data: 19/06/12

Fazia tempo que Daniel Paiola não competia no Brasil, cerca de quatro anos. Nascido em Campinas, o atleta de 23 anos decidiu não prestar vestibular quando se formou no ensino médio, para se dedicar integralmente ao badminton, esporte que começou a praticar com 13 anos.

“Queria colocar o Brasil no ranking internacional, tentar chegar a uma Olimpíada”. Na época ele já se destacava nas categorias de base, tendo sido convocado para a Seleção Brasileira pela primeira vez aos 17 anos.

Saiu do Brasil por conta própria e foi para a Europa treinar.”Acho que foi quando me apaixonei mais ainda pelo esporte, vendo a infraestrutura da Europa, os treinamentos”.

Depois de fazer todo o ciclo olímpico treinando na Europa, Paiola está de volta ao Brasil e no final de semana venceu a segunda etapa do Campeonato Nacional Adulto sem perder nenhum set.

Melhor brasileiro a nível mundial (ele é número 86 do ranking), o primeiro a ter ranking para disputar um Mundial da modalidade e primeiro a ganhar uma medalha individual de PAN, Paiola ficou em sexto na lista de espera para as Olimpíadas, e terá que adiar o sonho olímpico por mais quatro anos.

Sócio do Fonte São Paulo, clube de Campinas tradicional na modalidade, ele praticou vários esportes quando pequeno mas sempre gostou daqueles disputados com raquete. Jogou tênis muitos anos, mas teve que parar por uma lesão no ombro, que o deixou afastado por um ano. Na volta, testou o badminton. “Foi amor a primeira vista. Eu tinha uns 13 anos, e nunca mais parei”, diz Paiola em entrevista depois de vencer Ygor Coelho por 2×0 no Nacional, disputado no clube Fonte, onde começou.

“Realmente, tive sorte de ser um clube com tradição no esporte. Aqui o badminton tem espaço, ao contrário do que acontece no Brasil”. Apesar da constatação, Paiola é sensato quando avalia o desconhecimento do esporte no país. “Cada país tem sua cultura, isso é normal. O que eu penso não é nem na questão da visibilidade, mas do espaço. Não significa que precisa ser um esporte grande, mas de qualidade. Você sempre vai ter um esporte principal no país, é normal. Mas nos outros países você tem o principal e os outros tem sua base, tem uma infraestrutura correta”.

Ciclo olímpico

Na jornada fora do país para tentar a vaga olímpica, Paiola começou em Portugal, onde treinou com Marco Vasconcelos, seu técnico até hoje, ainda que não consiga acompanhá-lo em todos os torneios. Depois de um ano no país, ficou três meses na Espanha, quatro na Dinamarca, contratado por um clube local, e depois foi para a Malásia, uma das maiores potências do esporte. “Foi sensacional, lá o badminton é como se fosse o futebol, a gente era visto como estrela. Passa na TV, em horário nobre, os ginásios ficam lotados, foi incrível”. O período na Malásia foi parte do treinamento para o PAN, quando a Confederação enviou a Seleção para o país.

Sobre a ajuda da Confederação Brasileira de Badminton Daniel se diz satisfeito. No primeiro ano, sua família bancou sua ida para a Europa. “Mas eu não cheguei a pedir nada para a Confederação porque nem era o melhor do Brasil. Conforme fui melhorando e virei o primeiro no ranking, a Confederação junto com o COB fez um projeto específico para mim. Apesar de todas as polêmicas [a Confederação ficou sob intervenção durante parte do ano passado] eu posso dizer que comigo foi 100% correto”.

Para Daniel, parte das polêmicas com que a Confederação se envolveu foram justamente por tentar deixar o badminton mais profissional, algo que não agradou os que não se dedicavam tanto. “Ainda falta comprometimento dos atletas de levar a sério, mas isso depende um pouco da Confederação, de fazer uma seleção fixa, algo bem planejado. A geração do badminton é muito nova, geralmente o pessoal vai para a faculdade e para. Se as pessoas ganhassem algo em troca, seria diferente. É como na Europa: você não vai ganhar uma fortuna, mas tem um salário, as vezes pode estudar, tem algum recurso”, compara.

Rio 2016

Depois de chegar perto da inédita classificação olímpica, Paiola avalia o ciclo. “Quando fui para a Europa no começo, não sabia nada. Um erro foi que fiquei um ano em Portugal, depois seis meses em um lugar, três em outro.. na próxima vez que tentar, vou querer ficar fixo em algum lugar”, projeta, mas pondera que não poderia ter sido diferente.

“Naqueles dois primeiros anos eu não tinha experiência, tive que jogar muito torneio para conseguir experiência, dessa vez não vou precisar jogar tanto. Visitei 80 países, as vezes era um por semana, isso desgasta. Agora eu já sei do que preciso”. O futuro permanece em aberto, mas o desejo é continuar se dedicando integralmente ao badminton.

“Ainda vou me reunir com o COB e a Confederação, para ver como vai ser a estrutura”. A ideia que quer apresentar é a de fazer um centro de treinamento no Brasil, como viu no restante do mundo. “O que eu penso é que eles gastam dinheiro em mim e na equipe, mas não deixam um legado. Se aproveitarem as Olimpíadas do Rio para construírem uma infraestrutura, isso fica. Tem como fazer, precisa ver se vão querer”, avalia Paiola, que gostaria de treinar no Centro com técnico, equipe e estrutura fixa.

Fonte: Esporte em pauta

Daniel Paiola conquista etapa do Nacional de Badminton

Data: 18/06/12

Depois de muito tempo sem disputar uma competição nacional, Daniel Paiola sagrou-se campeão da segunda etapa do Campeonato Nacional de Badminton, disputado neste final de semana, no clube Fonte São Paulo, em Campinas.

Sem perder nenhum set, o brasileiro confirmou seu favoritismo. “Foi uma boa volta ao Brasil, do jeito que eu gostaria e havia planejado. Foi muito bom rever os amigos e todos aqueles que torceram muito para eu conquistar a vaga olímpica”, comentou Paiola, que ficou feliz de ter jogado a final com um velho companheiro.

Por muito tempo fez dupla com Thomas Morreti, seu adversário da final, vencida por 2 x 0, com parciais de 21-07 e 21-14.

A vitória foi toda dedicada ao técnico português Marco Vasconcelos, que esteve ao lado do brasileiro por todo o ciclo olímpico, ajudando muito nos treinos.

“Este título é todo dele, que me ajudou muito neste período que estive na Europa treinando. Foi muito importante esta conquista”, finalizou o brasileiro, cansado pela longa maratona de jogos. Após o torneio, Paiola e Luiz dos Santos aceitaram o convite dos atletas do parabadminton nacional e encararam uma partida diferente. Posteriormente, ele deu algumas camisetas para os jogadores, que vibraram muito com esta atitude.

“Temos que ajudar e incentivar estas pessoas, eles são verdadeiros guerreiros e nos ensinam muita coisa”, comentou o atleta, contente com a emoção dos jogadores.

Agora, Daniel ficará um período no Brasil, e ficará de férias por um período para depois começar a preparação para o próximo ciclo olímpico, visando a disputa no Rio de Janeiro, em 2016.

Fonte: www.danielpaiola.com

 

Equipe de beach tennis de CG chega as quartas de final em SP

Data: 14/06/12

Terminou neste domingo o torneio aberto outono inverno de beach tennis.

Sete atletas campo-grandenses participaram da competição que reuniu 186 duplas de vários estados brasileiros em Santos, estado de São Paulo.

A melhor colocação foi da dupla Mário e Naldo, que chegou as quartas de final e ficou entre os oito melhores na categoria A.

Os atletas voltaram pra casa com sentimento de dever cumprido, já que a meta era passar para a segunda fase e a dupla conseguiu ir além “ganhamos experiência, pois jogamos com os melhores do país e o resultado nos estimulou ainda mais a treinar e participar de competições ”, revelou o atleta Rosinaldo Ferreira.

No feminino a dupla Eva Regina e Fabiana também conseguiu chegar as quartas de final mas foi derrotada pela equipe de Mogi das Cruzes formada pelas atletas Alice e Renata.

“Valeu a experiência, jogamos em clima e situação diferente do que nos treinos, o frio e o vento atrapalharam um pouco mas só temos a comemorar”, explicou Eva Regina.

Também participou do torneio a dupla Carlão e Leonardo, que terminaram a primeira fase invictos, mas acabaram desclassificados nas oitavas de final.

A equipe campo-grandense participou ainda da categoria misto com as duplas Denis / Fabiana e Leonardo / Eva Regina.

O aberto outono inverno de beach tennis foi realizado sábado e domingo na cidade de Santos e os atletas já se preparam para o aberto de primavera que acontece de 7 a 9 de setembro também na cidade praiana.

A modalidade esta crescendo tanto no país que já existe um projeto de lei tramitando na câmara municipal em Santos para instituir o dia 10 de dezembro, data em que a modalidade passou a ser praticada na cidade, como dia do beach tennis.

Fonte: MS Notícias

Trabalhadores perdem peso com a prática esportiva

Data: 05/06/12

Três trabalhadores que voltaram a praticar esporte depois dos 40 anos conquistaram mais qualidade de vida e equilíbrio com a balança.

Juntos eles conseguiram perder 41 quilos e agora pretendem ganhar a medalha de ouro nos Jogos Nacionais do Serviço Social da Indústria (SESI), que ocorrerá de 5 a 8 de junho, em Goiânia.

Neste ano, a 8ª edição dos Jogos Nacionais será realizada no Clube SESI Antônio Ferreira Pacheco, e reunirá 1.023 mil trabalhadores de 247 indústrias brasileiras.

Eles competirão em 10 modalidades esportivas, como futebol, natação, voleibol, tênis de campo e de mesa, atletismo e xadrez.

Foi as braçadas na piscina que o engenheiro eletricista da Central Elétricas do Pará (Celpa), João Lobato Junior, de 52 anos, emagreceu 20 quilos em sete meses.

“Sempre pratiquei esporte e desde criança gosto da natação”, diz o engenheiro eletricista. Apesar disso, ele parou de nadar em 2006. “Durante cinco anos não fiz atividade física. Com isso, passei de 93 para 110 quilos”, conta.

O alerta veio com dificuldades na visão, um dos sintomas da diabetes. “Eu estava com a glicose em 200 miligramas por decilitro (mg/dL) de sangue. Hoje mantenho em 85 mg/dL e estou com 90 quilos”, explica. “Tive que apertar todas as roupas”, brinca ele, que adotou um novo estilo de vida, inclusive com alimentação mais saudável. Nos Jogos do SESI, Lobato buscará o melhor tempo no revezamento de 400 metros livres e nos 50 metros nado golfinho.

Outro trabalhador que retornou as piscinas foi o analista de sistemas da Celpa, Mauro Tavares, de 47 anos. Ele compartilha da mesma experiência do colega João. “Parei de nadar em 1991. Nos 12 anos sem praticar natação, engordei mais de 10 quilos. Isso passou a sacrificar minha coluna”, conta Tavares. Com a ginástica laboral, iniciada em 2003, ele amenizou as crises de lombalgia e decidiu voltar às piscinas.

Conseguiu reduzir o peso de 90 para 77 quilos. “As dores desapareceram desde que retornei as piscinas. A natação é necessária para minha saúde”, diz ele. Mauro defendeu a Celpa nas edições de 2007, 2010 e 2011 dos Jogos Nacionais do SESI. Na última edição da competição, realizada em 2011, na Bahia, ele foi bronze na prova de 50 metros costas.

Ao todo, 14 trabalhadores da Celpa se classificaram para o torneio de natação dos Jogos deste ano e outros quatro disputarão provas no atletismo no salto em altura e a distância, arremesso de peso e corrida nos 100 e 200 metros.

Entre os trabalhadores que conseguiram equilíbrio na balança está a auxiliar administrativa da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) de Cuiabá, Mato Grosso, Denise Telles, de 46 anos, que chegou a pesar 98 quilos. Em 2008, por indicação da área de integração dos Correios, Denise descobriu o tênis de mesa como esporte preferido.

“Perdi 11 quilos depois que comecei a jogar”, diz ela, que hoje está com 87 quilos. Denise conta que superar o sobrepeso foi um desafio. “Só consegui me superar e sair da fase gordinha porque gosto muito do esporte e porque fui determinada”, acrescenta.

Motivada pelo esporte, que traz valores como a determinação e a superação, Denise pretende reduzir mais 15 quilos ganhados no período de sedentarismo. “Quero chegar a 69 quilos”, diz. A auxiliar administrativa completará a equipe dos Correios de Mato Gr osso nos Jogos do SESI, em Goiânia, com outros quatro colegas de trabalho que disputarão medalhas na natação e no atletismo, nas provas de arremesso de peso e salto em altura.

De acordo com o chefe de Integração e Benefícios Sociais dos Correios, Gilmar Ribeiro a participação dos funcionários em torneios como os Jogos do SESI é resultado do estímulo que a empresa dá para o esporte.

Os Correios mantém o Programa Esporte na Empresa em que os empregados podem participar de campeonatos internos de futsal masculino e feminino, vôlei, atletismo, natação, além de corridas.

“A qualidade de vida do nosso funcionário resulta no melhor clima no ambiente de trabalho. Um empregado mais motivado enfrenta melhor as adversidades do dia a dia”, destaca Ribeiro.

Fonte: CBTM

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